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(Uma
Arqueologia Cultural)
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Autor:
Hélio Daniel Cordeiro
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120
págs.
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JUDAÍSMOS:
ÉTICO E NÃO-ÉTNICO
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Autor:
Jacob Pinheiro Goldberg
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80
págs.
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JUDEUS
QUE MUDARAM A HISTÓRIA
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Autor:
Mateus Schwartz
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37
págs.
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Autor:
Jacob Pinheiro Goldberg, Ph.D.
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77
págs.
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OS
MARRANOS E A DIÁSPORA SEFARDITA
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Autor:
Hélio Daniel Cordeiro
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80
págs.
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ISRAELITAS
NA CULTURA BRASILEIRA
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Autor:
Hélio Daniel Cordeiro
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80 págs.
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Cordeiro faz
neste livro uma verdadeira arqueologia cultural, revelando sua trajetória
intelectual através da leitura de centenas de autores e artistas onde
se manifestam traços judaicos como Saul Bellow, Philip Roth, Kafka, Fílon,
Spinoza, Chagall, Woody Allen, Bob Dylan, Jacob Wasserman, Janus Korczak, Allen
Ginzberg e Moayr Scliar, quando interpreta em comentários curtos e personalíssimos
suas obras, idéias e atitudes.
Não deixando de lado sua preocupação
com as raízes judaicas do Brasil, o autor traz para discussão
várias facetas do sempre cativante tema dos judaizantes na sociedade
brasileira e sua busca por viver uma existência judaica em termos religiosos.
Neste livro Cordeiro lança a polêmica
tese de que toda a história do Brasil precisa ser reescrita. Diz: "Não
devemos falar apenas em portugueses como os descobridores e colonizadores do
País, mas em portugueses e judeus."
O autor reuniu uma série de artigos, entrevistas, poesias e orações
sobre o mundo sefardita e marrano para formar este livro, com informações
para todo o interessado em conhecer a formação judaica brasileira,
sua relação com os judeus de Portugal e Espanha, as andanças
dos sefarditas pela Holanda, Marrocos, Grécia e Turquia.
O livro faz um
estudo introdutório sobre a identidade cripto-judaica (judaísmo
secreto) dos descendentes de judaizantes espalhados por todos os Estados brasileiros,
tornando-se, em virtude da experiência pessoal do autor no estudo do
fenômeno marrano brasileiro, uma espécie de guia referencial
para todo candidato a adentrar ao fascinante mundo das raízes judaicas
do Brasil.
Inclui listas de sobrenomes portugueses mais utilizados pelos marranos brasileiros,
como Abreu, Barreto, Carneiro, Oliveira, Mendes, Rodrigues, Silva e dezenas
de outros.
Pequena enciclopédia que reúne mais de 300 curtas biografias
dos mais importantes nomes de personalidades judias que contribuíram
ou contribuem para a vida cultural do Brasil, desde o Descobrimento aos dias
atuais.
Dentre eles,
os escritores Antônio José da Silva, Clarice Lispector e Moacyr
Scliar; os atores José Lewgoy, Dina Sfat e Débora Bloch; os
líderes comunitários Leon Feffer e Marcos Arbaitman; os cientistas
Mário Schenberg, Isaías Raw e José Goldemberg; os políticos
Israel Klabin, Jaime Lerner e Fábio Feldmann; os músicos Alexandre
Levy, Isaac Karabitchevsky e Jorge Mautner; o pintor Lasar Segall; os ensaistas
Jacó Guinsburg e Celso Lafer; os historiadores Elias Lipiner e Anita
Novinsky; os rabinos Isaac Aboab da Fonseca, Henry I. Sobel e Nilton Bonder;
os jornalistas Samuel Wainer, Marcos Faerman, Alberto Dines, Boris Casoy e
Gilberto Dimenstein; o diretor Cacá Rosset e muito mais.
Jacob Pinheiro Goldberg, um dos mais importantes psicoterapeutas brasileiros
com reconhecimento internacional, percorre neste seu livro uma série
de temas que vão da memória familiar à crítica
pessoal de filmes, livros, idéias, personalidades e comportamento.
Ao seu estilo
poético de escrever, toca em temas quase esquecidos da cultura, ao
mesmo tempo que reinterpreta outros mais evidente do dia-a-dia.
O autor percorre a vida e a obra de alguns dos mais importantes judeus de
todos os tempos: Moisés, Jesus, Marx, Freud, Einstein (que dispensam
apresentação), além de alguns dos médicos que
mais contribuíram para o avanço da ciência nos últimos
séculos: August von Wasserman, Karl Landsteiner, Paul Erlich, Oslar
Minkowski, Jonas Eduard Salk, Selman Abraham Waksman, Gregory Pincus, Albert
Sabin, Yossi Mizrahi e Joshua Zeev
Ao seu estilo peculiar, Goldberg escreve em prosa e verso sobre temas ligados
à religião judaica e ao povo judeu.
Segundo o autor,
o judaísmo de importantes pensadores judeus, como Buber e Spinoza,
é ético e não étnico e depende só da opção
espiritual. A identificação se faz pela auto-afirmação,
pela escolha. "É judeu quem se acredita judeu."
A
FILOSOFIA NA CAVERNA DE PLATÃO |
Autor:
Hélio Daniel Cordeiro |
158
págs. |
Michel de Montaigne disse que os primeiros filósofos foram poetas e
filosofaram como versificavam. Giambattista Vico afirmou que os primeiros
sábios do mundo grego foram os poetas teólogos. Para Isaiah
Berlin, homens comuns dotados de uma curiosidade suficiente, de uma capacidade
de compreensão das idéias gerais, podem filosofar.
De acordo com
este raciocínio está Rubens Rodrigues Torres Filho ao comentar
Novalis, onde diz que o filosofar, desde a Antigüidade, tem acontecido
na forma de fragmentos, poemas, diálogos, cartas, ensaios, confissões,
meditações, paródias, peripatéticos passeios,
acompanhados de infindável comentário.
A Filosofia
na Caverna de Platão, coletânea de textos de Hélio
Daniel Cordeiro, é um pouco de tudo isso. Aí a filosofia se
mescla com teologia, religião, física, ciências, sociedade,
comportamento, literatura e política.
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