LIVRO
Tratado
de clínica médica
Quinhentos
e seis anos após o descobrimento, o Brasil, enfim,
ganha uma obra 100% nacional que preenche importante lacuna
da literatura médica. Idealizado pela Editora Roca
e editado pelo professor-doutor Antônio Carlos Lopes
(professor titular de Clínica Médica da Universidade
Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina,
presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica
e Fellow of The American College of Physicians), o Tratado
de Clínica Médica é a mais completa
fonte de consulta das diversas doenças que acometem
o ser humano, sejam elas triviais, típicas de um país
tropical ou mesmo de descrição recente.
Fruto
de dois anos ininterruptos de trabalho, o Tratado de Clínica
Médica reúne 1.058 autores dentre os mais
renomados profissionais da medicina brasileira de diversos
centros de ensino e pesquisa. Em conjunto, eles passam a limpo
a clínica médica brasileira para oferecer aos
jovens estudantes, residentes, clínicos gerais e demais
especialistas, o melhor da experiência médica
acumulada no Brasil e no mundo. Por ser planejado e produzido
em nosso País, contempla absolutamente a realidade
da medicina brasileira.
“Sentíamos
a falta moral de ter uma obra dessa qualidade e abrangência
produzida por médicos brasileiros. Era um absurdo,
por exemplo, estudar Doença de Chagas em um livro americano,
afinal, é uma doença endêmica do Brasil;
ou a esquistossomose; ou outras doenças tropicais”,
afirma Lopes.
Organizado
em três volumes, com 26 módulos e mais de 700
capítulos, num total de 5.465 páginas, em que
até os temas mais complexos são abordados de
forma ampla e de leitura prazerosa. Além de ser de
fácil compreensão, apresenta 1.328 imagens,
698 quadros, 1.243 tabelas e 2.706 ilustrações,
numa diagramação moderna e pedagógica.
“É
um livro que atende às necessidades dos alunos, residentes,
pós-graduandos, médicos do grande centro e daqueles
mais afastados. É uma obra para ensino e para atualização.
Seu conteúdo representa a consolidação
da clínica médica”, analisa Lopes. “O
Brasil precisa de bons clínicos, de médicos
que resolvam 70% dos casos com competência e custo compatível.
Precisamos de médicos que vejam o doente como um todo
e tenham o conhecimento imprescindível para bem assisti-lo”.
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